sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Reminiscências noturnas

Ah! O tédio das mentes desocupadas
Quão perigoso tédio, doloroso tédio
Eu espero que não escales esse prédio
E não me assustes no meio da noite.

Não me afronte com os teus delírios
Nem tão pouco com os teus convites
Sedução à sandice, os seus martírios
Nem me afronte, nunca seremos quites.

Não tenho coragem para lutar contra ti,
nem tão pouco contra suas armas vãs
Nem me rendo aos teus encantos vis.
Afaste-se de mim e de minha mente sã.

Te encontro no silencio da noite fria,
Mas a luz do dia te afastará, que eu sei,
A luz te levará para bem longe de mim,
E enfim eu terei a paz e a tranquilidade.

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