Os famosos inventam a moda;
E a tal moda inventa uma roda;
Essa roda é viva, ela gira e gira;
Nessa roda tudo que vai, volta.
A tal moda dos anos dourados;
O topete, a lambreta e a música;
O topete de hoje virou metáfora;
Um cabelo espetado e moicano.
A lambreta é uma moto invocada;
Ah! Um dia eu ainda vou ter uma;
Para dar uns rolés durante a noite;
Fazer barulho, cantando os pneus.
A música é o rock que não morre;
O balanço dos Beatles, em inglês;
Quem diria que a ditadura chegaria;
E aplacaria as tantas e tantas artes.
Dentre o tudo nessas famosidades;
O poder da manipulação do povo;
Aos famosos os holofotes e as luzes;
Ao povo o resto e a busca pela fama.
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